a espada - um poema
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| the blade - 17/06/25 |
Minha pela ela coça, a coceira queima, o dolorido já não para mais.
Minhas unhas já não ajudam como um dia ajudaram; elas não marcam, não do jeito que deveriam.
Senhor, por favor, me ajude; não me deixe cair na tentação.
A espada não vale a pena, eu repito a mim mesmo, não vale a pena, não vale a pena. Mas então queima, e coça, e dói, e não vale a pena. A espada é fria, e alivia, mesmo que o preço seja pago com um pedaço da minha alma. Deus, por favor, pare-me; eu não quero pecar! Diga-me que não vale a pena.
Não vale a pena.
Nã o v ale a pe n a,
N ã o v a l e a p e n a.
naovaleapena.
E então está quente, e então esfria, e está quente de novo. Não vale a pena; ela queima, ela coça, ela dói.
De novo e de novo. Eu sou, eu sou, eu sou.

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